Países do Oriente Médio reagem ao cessar-fogo entre EUA e Irã; veja
Países do Oriente Médio reagiram à notícia de que o Irã e os Estados Unidos concordaram com um cessar-fogo de duas semanas, após mais de um mês de combates que se espalharam por toda a região.
O presidente do Líbano, Joseph Aoun, saudou o anúncio do cessar-fogo entre EUA e Irã. A presidência libanesa, em uma publicação no Facebook, afirmou que “a violência não é um meio eficaz de resolver problemas entre nações”, enfatizando os “esforços contínuos do Líbano para garantir que a paz regional abranja o país de forma estável e duradoura, de acordo com os princípios acordados pelo povo libanês”.
Abdel Fattah al-Sisi, o presidente do Egito, escreveu na rede social X que a notícia “sem dúvida trouxe grande alívio a milhões de pessoas amantes da paz em todo o mundo”, acrescentando que espera que “este desenvolvimento positivo seja coroado com um acordo permanente para pôr fim à guerra na região”.
A presidência palestina também saudou a notícia, classificando-a como um “passo positivo e importante para alcançar a estabilidade”, informou a agência de notícias estatal WAFA.
O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, pediu que o cessar-fogo “inclua os territórios palestinos, que, seja em Gaza, na Cisjordânia ou em Jerusalém Oriental, estão sujeitos a ataques contínuos por parte de colonizadores e forças de ocupação”. Ele também pediu o fim das “hostilidades contra o Líbano”.
O Ministério das Relações Exteriores do Catar afirmou que “acolhe com satisfação” o anúncio do cessar-fogo, enfatizando “a necessidade de consolidá-lo urgentemente para evitar a propagação da tensão na região”.
Na Arábia Saudita, o Ministério das Relações Exteriores também acolheu com satisfação o acordo, escrevendo no X que “elogia os esforços produtivos” dos mediadores paquistaneses para alcançar o cessar-fogo.
O ministro das Relações Exteriores de Omã disse que “por agora, o mundo recuou do desastre”, mas acrescentou que “não há espaço para complacência” daqui para frente.
A Jordânia enfatizou a “importância de abrir o Estreito de Ormuz e garantir a liberdade de navegação internacional sem restrições”, ao mesmo tempo que acolheu com satisfação o cessar-fogo.
Já o Kuwait elogiou o papel do Paquistão na obtenção do cessar-fogo e expressou “esperança de que este anúncio leve a uma solução abrangente e sustentável que fortaleça a segurança e a estabilidade na região”.
Também destacou “a necessidade de garantir a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz”.
Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?




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