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Cuiabá,08/04/2026

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Sete fazendas e empresas entram na “lista suja” do trabalho escravo no estado

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🚨 MATO GROSSO EM ALERTA

Sete fazendas e empresas entram na “lista suja” do trabalho escravo no estado de Mato Grosso.

Cadastro do Governo Federal expõe empregadores envolvidos em condições degradantes e reforça combate ao trabalho análogo à escravidão

Mato Grosso volta ao centro das atenções após sete empregadores serem incluídos na “lista suja” do trabalho escravo. Dados oficiais revelam centenas de trabalhadores submetidos a condições desumanas no estado.

Sete fazendas e empresas de Mato Grosso foram incluídas na chamada “lista suja” do trabalho escravo, divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), órgão do Governo Federal responsável por fiscalizar e combater irregularidades trabalhistas em todo o país.

A inclusão dos nomes ocorre após operações de fiscalização que identificaram trabalhadores submetidos a condições degradantes, caracterizadas como trabalho análogo à escravidão  prática ilegal que viola gravemente os direitos humanos e a legislação brasileira.

De acordo com o MTE, os empregadores permanecem no cadastro por um período mínimo de dois anos. A exclusão só ocorre após o cumprimento de todas as obrigações legais e, em alguns casos, mediante acordo com o Governo Federal.

Entre os nomes listados, destacam-se proprietários rurais e empresas com atuação em diferentes regiões do estado. Em Comodoro, o empregador Roberto dos Santos foi incluído após irregularidades em propriedade rural. Já em Nova Xavantina, Eduardo Antônio Barros da Silva aparece vinculado à Fazenda Filadélfia.

Outro caso envolve Fábio Cezar Barros Leão, com atividades registradas na Fazenda Oriente III, localizada no município de Pedra Preta.

No setor empresarial, também foram citadas a Construção Engenharia Ltda, com atuação na Fazenda FWA 158, em Porto Alegre do Norte, e a Guizardi Junior Construtora e Incorporadora Ltda, que desenvolvia obras na zona rural de Chapada dos Guimarães.

Além desses, o nome de João Milton de Oliveira Baldez aparece relacionado a atividades no condomínio Florais Chapada, ampliando a lista de envolvidos no estado.

Os dados divulgados pelo Ministério apontam que, ao todo, 547 trabalhadores foram encontrados em condições consideradas degradantes em Mato Grosso — um número que acende o alerta sobre a persistência desse tipo de crime na região.

A divulgação da “lista suja” tem como objetivo dar transparência às ações de fiscalização e pressionar empregadores a cumprirem a legislação, além de servir como instrumento para que empresas e instituições evitem relações comerciais com infratores.

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