Procuradores do Governo Mauro Mendes entram na lista de suspeitos
Novos desdobramentos nas apurações do pagamento de R$ 308 milhões em dividas do Governo de Mato Grosso com a Empresa de Telecomunicações Oi S/A: a oitiva do ex-secretário de Fazenda, Rogério Gallo, antes da Semana Santa, na Assembleia Legislativa, levou a uma nova convocação de procuradores do Estado, que, direta ou indiretament,e participaram das nebulosas negociações, que teriam envolveram ainda o Banco Master, políticos, magistrados e a alta cúpula do então Governo Mauro Mendes (União).
Os R$ 308 milhões, conforme denúncia do ex-governador Pedro Taques (PSB), terminaram em contas dos fundos de investimentos Royal Capital e Lotta Word, criados pelo Master, que protagonizou o maior escândalo econômico e financeiro que se tem notícia no Brasil.
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A fala de Rogério Gallo, em seu último dia como secretário de Fazenda, após uma longeva participação no Governo Pedro Taques e nos dois mandatos de Mauro Mendes, acabou se transformando em uma grande dor de cabeça e um problema a mais a ser resolvido pelo "núcleo duro" do entorno do ex-governador . Isso, graças a um novo perseonagem: o procurador estadual Hugo Fellipe Martins de Lima.
Gallo declarou desconhecer que Lima tivesse se envolvido nas negociações do Caso Oi.
Também disse desconhecer que o colega, seu principal assessor, tenha participado das transações.
Hugo Lima era considerado, nos corredores do Palácio Paiaguás, "homem forte" do então secretário de Fazenda e do ex-governador Mauro Mendes, que, por duas vezes, o nomeou interventor na Saúde Pública de Cuiabá, durante a gestão Emanuel Pinheiro (PSD), atendendo a uma ordem judicial.
Gallo ainda negou ser proprietário de empresa e que Hugo Lima seria sócio-proprietários em cinco empresas diferentes - uma delas, inclusive, especializada em recuperação de impostos. Ou seja, negocia junto ao Estado de Mato Grosso para que seus devedo...




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