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Cuiabá,10/04/2026

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Abilio diz que invasões em Cuiabá devem ser combatidas pela polícia e admite solução para áreas ocupadas

24horasmt.com.br
Abilio diz que invasões em Cuiabá devem ser combatidas pela polícia e admite solução para áreas ocupadas

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou nesta quinta-feira (9) que o combate às invasões em Cuiabá deve ser feito pela polícia, mas admitiu que a prefeitura pode agir para resolver áreas já ocupadas, como ocorre no Contorno Leste.


Durante coletiva sobre o plano diretor de Cuiabá, Abilio foi direto ao tratar da responsabilidade sobre novas invasões. “Controle de invasão é responsabilidade da polícia. Invadiu a propriedade, chama a polícia e manda tirar. É isso que tem que acontecer”, declarou.


Na sequência, o prefeito citou o caso do Contorno Leste, em Cuiabá, para explicar a situação. Segundo ele, a demora na atuação do poder público e a judicialização permitiram que a área fosse ocupada por diversas famílias.


Prefeitura quer evitar novas invasões em Cuiabá


Abilio afirmou que a prioridade da gestão é impedir novas invasões em Cuiabá. Além disso, destacou que a polícia deve agir rapidamente para retirar ocupações recentes antes que a situação se consolide.


“Teve uma nova invasão? Vamos trabalhar para tirar. Mas uma vez que já tem lá um ano, dois anos e isso não foi resolvido, vamos tentar resolver”, disse.


Ele reforçou que não é favorável às invasões, mas defendeu uma solução prática diante de áreas já ocupadas. “Muito pelo contrário, eu sou contra. Mas uma vez que o poder público foi omisso, agora a gente tem que corrigir o que tem que ser feito”, afirmou.


Situação social pesa na decisão da prefeitura


O prefeito também destacou o impacto social das invasões em Cuiabá, citando crianças, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade vivendo sem estrutura básica em áreas ocupadas.


Segundo Abilio, deixar essas famílias aguardando decisões judiciais por anos não resolve o problema urbano. “Vou deixar a criança crescer 10 anos com o esgoto passando na frente de casa enquanto o Judiciário não decide?”, questionou.


Ele afirmou que a prefeitura busca uma saída que leve em conta o aspecto humano, sem incentivar novas invasões em Cuiabá. “Eu olho o ser humano como ser humano, não é mais partido político, ideológico, nem nada disso”, disse.





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