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Cuiabá,12/04/2026

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Indústria de alimentos busca ampliar embarques para a Ásia

cnnbrasil.com.br
Indústria de alimentos busca ampliar embarques para a Ásia

A indústria de alimentos busca ampliar embarques ao continente asiático para assegurar o volume de vendas brasileiras ao exterior, segundo a avaliação de Cleber Sabonaro, gerente de inteligência competitiva da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA).


Com a queda das exportações em decorrência da interrupção do Estreito de Ormuz, principal rota marítima para países do golfo, a avaliação é de que a sustentabilidade do setor depende de estratégias para alcançar mais mercados, mesmo em meio a crises. “Não é exagero dizer que o Brasil alimenta o mundo. Não só com exportações, mas com maior presença de empresas brasileiras em países do oriente”, destacou o especialista à CNN Brasil.


Segundo dados da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB), as exportações do agronegócio brasileiro ao Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) caíram 25,38% em março. O setor responde por cerca de 75% das vendas para a região e possui grande peso sobre o envio de alimentos.




No ano passado, o Brasil exportou US$ 21,3 bilhões em produtos para os árabes, principalmente açúcar, carnes, milho e minério de ferro, segundo dados da plataforma ComexStat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e  Serviços.


Sabonaro reforçou a relação de parceria do Brasil com países do golfo e destacou a necessidade de manter fluxos com a região. “É natural que haja dificuldades para o abastecimento em meio a interrupção da principal rota marítima para a região do golfo, mas precisamos ampliar possibilidades logísticas para garantir a segurança alimentar e manter relações com esses países”, destacou.


Além dos esforços para acessar o mercado já consolidado, o especialista destaca a necessidade da indústria em buscar novos mercados. “Para além dos países do golfo, há oportunidades para países do sul e sudeste asiático como o Paquistão, Bagladesh, Indonésia e Malásia, que têm populações pujantes e que podem consumir mais do Brasil”, concluiu.




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