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Cuiabá,14/04/2026

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Mãe de jovem assassinada em Tapurah faz desabafo comovente: “Meu coração agora tem só três pedaços”

24horasmt.com.br
Mãe de jovem assassinada em Tapurah faz desabafo comovente: “Meu coração agora tem só três pedaços”

A dor de uma mãe diante da perda brutal da filha ganhou as redes sociais. Em um vídeo emocionada, Marilice, mãe da jovem Júlia Vitória do Prado da Silva, de 20 anos, assassinada no último fim de semana, em Tapurah (MT), fez um desabafo marcado por sofrimento e revolta.


“Abaixo de Deus, o que eu mais amo na vida é os meus quatro filhos. Meu coração era dividido em quatro pedaços. Agora tem três pedaços”, disse Marilice, em meio às lágrimas.


Júlia foi morta dentro da própria residência, em um crime de extrema violência. De acordo com as informações apuradas, a jovem sofreu diversos golpes de faca e também foi atingida com um pé de cabra. O principal suspeito, um idoso de 75 anos, foi preso e afirmou à polícia que o crime teria sido motivado por um empréstimo de R$ 11 mil feito em seu nome e entregue à vítima, versão que ainda é investigada pelas autoridades. Um outro suspeito, de 66 anos, também foi preso, pois teria auxiliado na ocultação do corpo.


No relato, a mãe descreve o vazio deixado pela filha e a dificuldade de seguir em frente. “O que eu vou ficar fazendo aqui na Terra, sabendo que eu nunca mais vou abraçar a minha filha? Eu nunca mais vou beijar a minha filha”, lamentou.


Ela também mencionou que precisa permanecer firme para cuidar da filha que necessita de atenção especial.


Um trecho do desabafo que mais repercutiu foi quando a mãe relata ter sentido algo estranho horas antes do crime. “Sexta-feira eu passei um dia… fui no centro… tive que voltar pra casa porque eu tava sentindo alguma coisa. Com certeza eu tava sentindo. A minha filha tava prestes a ser assassinada”, disse.


Marilice também questionou a possibilidade de perdão. “Perguntaram pra mim se um dia eu vou perdoar. Não sei. Me respondem: como que se perdoa um assassino? Uma jovem de 20 anos”, afirmou.


Júlia era natural de Santa Catarina, trabalhava como atendente e deixou um filho que completou quatro anos um dia antes do seu assassinato.


A Polícia Civil segue investigando o caso.




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