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Cuiabá,14/04/2026

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Francesa de 86 anos é detida pelo ICE após se mudar para os EUA para reencontrar antigo amor

veja.abril.com.br
Francesa de 86 anos é detida pelo ICE após se mudar para os EUA para reencontrar antigo amor

Uma francesa de 86 anos que se mudou para os Estados Unidos no ano passado para viver um romance retomado depois de décadas foi detida no início de abril por agentes do ICE, a polícia de imigração americana, no estado da Louisiana, segundo informações publicadas nesta semana pelo canal de notícias francês Ouest-France.


Marie-Thérèse, natural de Nantes, foi presa em Anniston, no Alabama, e transferida para um centro de detenção. O filho da francesa disse ao Ouest-France que sua mãe foi algemada nas mãos e nos pés “como se fosse uma criminosa perigosa”.





A idosa se mudou para o Alabama no ano passado, após se casar com Billy, um ex-soldado norte-americano que conheceu na década de 1960, quando ele servia em uma base da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em Saint-Nazaire, e ela trabalhava como secretária.


Após décadas sem contato — período em que ambos se casaram e tiveram filhos em seus respectivos países —, os dois voltaram a se encontrar em 2010 e retomaram a relação em 2022, já viúvos. Segundo o filho de Marie-Thérèse, os dois estavam apaixonados “como adolescentes”. 


O casamento aconteceu em 2025, e Marie-Thérèse iniciou o processo para obter visto de residência permanente nos EUA. No entanto, o marido morreu repentinamente em janeiro deste ano, antes da conclusão do pedido, deixando a situação migratória dela indefinida.



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Após a morte do marido, a francesa teria se envolvido em um conflito com o enteado por questões de herança. De acordo com o filho da idosa, o homem teria feito ameaças e cortado serviços básicos da residência, como água, internet e eletricidade.


Marie-Thérèse chegou a contratar um advogado e aguardava uma audiência judicial, mas foi presa na véspera da data marcada.  Não há confirmação de que o enteado tenha denunciado a madrasta às autoridades migratórias.


Segundo o filho, ela enfrenta problemas cardíacos e na coluna, o que aumenta a preocupação com as condições de detenção.


Nossa prioridade é tirá-la desse centro de detenção e repatriá-la para a França. Dado seu estado de saúde, ela não vai aguentar um mês nessas condições de detenção”, disse ele, descrevendo a situação como “um filme americano ruim”.



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