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Cuiabá,26/04/2026

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Ataque brutal em bar termina em morte: homem é atingido com capacetes e não resiste em MT

Bar vira cenário de morte: agressão com capacetes termina em óbito meses depois


Ataque brutal em bar termina em morte: homem é atingido com capacetes e não resiste em MT Foto: PJC/MT

Discussão banal em bar termina em morte após ataque com capacetes em MT

Mulher é indiciada após atingir vítima na cabeça; crime foi registrado por câmeras e gerou repercussão

Polícia Civil conclui inquérito sobre morte de homem agredido com capacetes em Cocalinho

Imagens mostram momento em que suspeita arremessa objetos contra a vítima; homem morreu meses depois em decorrência dos ferimentos

Uma mulher de 49 anos foi indiciada pela Polícia Civil após a morte de um homem de 48 anos, vítima de agressões ocorridas dentro de um bar no município de Cocalinho (MT). O crime, registrado por câmeras de segurança, ganhou grande repercussão nas redes sociais.

De acordo com as investigações, o caso aconteceu no dia 6 de dezembro de 2025, por volta das 14h50, no bairro Alto Cocalinho. Durante uma discussão considerada banal, a suspeita pegou dois capacetes e os arremessou contra a cabeça de Aldonir Ribeiro da Luz.

O proprietário do estabelecimento interveio na situação e expulsou a mulher logo após a agressão. As imagens, com cerca de 39 segundos, mostram toda a dinâmica do ataque e circularam amplamente na internet.

Após o ocorrido, a vítima apresentou piora progressiva no estado de saúde. Meses depois, Aldonir foi encontrado inconsciente por familiares e levado para atendimento médico.

Ele passou por unidades de saúde, incluindo o Hospital Municipal de Cocalinho, o Hospital Regional de Água Boa e, posteriormente, o Hospital Metropolitano de Várzea Grande. Apesar dos esforços médicos, não resistiu e morreu no dia 28 de fevereiro de 2026.

Laudos médicos e o exame de necrópsia confirmaram lesões graves na cabeça e apontaram relação direta entre as agressões e a morte. Segundo o delegado Carlos Alberto Silva, responsável pelo caso, não há indícios de outra causa para o óbito.


Com base nas provas reunidas, a suspeita foi indiciada por lesão corporal dolosa seguida de morte, crime com pena prevista de 4 a 12 anos de reclusão. O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público.

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