Deputadas pedem que Motta paute repúdio à fala misógina de conselheiro dos EUA
De esquerda à direita, deputadas federais endossaram requerimento de moção de repúdio, elaborado por Marina Silva, em reação às declarações de Paolo Zampolli, conselheiro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Em entrevista à RAI, o diplomata italiano disse que mulheres brasileiras seriam programadas para criar confusão e pontuou que “essas raças bastardas brasileiras são todas iguais”.
A iniciativa contou com amplo apoio, de parlamentares da base à oposição, como Erika Hilton, do Psol, e Coronel Fernanda, do PL.
Elas pediram que o presidente da Câmara, Hugo Motta, coloque a moção de repúdio em apreciação no plenário.
Além de destacar o caráter racista, misógino e xenofóbico da fala, o requerimento pontua que reduzir as brasileiras a estereótipos desqualificadores não é opinião, mas discriminação grave, que afronta a dignidade humana e a Constituição.
A Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados, a Procuradoria da Mulher, a Coordenação da Bancada Feminina, o Observatório Nacional da Mulher na Política e a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher manifestam seu repúdio à fala através do documento.
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