PF reafirma: investigação conclui novamente que Bolsonaro não interferiu na corporação
Após reavaliação completa das provas, Polícia Federal reforça ausência de indícios contra o ex-presidente; caso segue para análise da PGR
Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil PF reafirma: investigação conclui novamente que Bolsonaro não interferiu na corporação
Após reavaliação completa das provas, Polícia Federal reforça ausência de indícios contra o ex-presidente; caso segue para análise da PGR
Créditos: Imagens O Estadão
Revisão de inquérito aponta que não há provas de interferência de Jair Messias Bolsonaro na Polícia Federal
A Polícia Federal concluiu, pela segunda vez, que não existem elementos que comprovem qualquer tipo de interferência do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro na corporação. A revisão do inquérito, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, reforça o entendimento de que as suspeitas iniciais não se sustentaram diante das provas analisadas, indicando que a situação pode ter sido fruto de interpretações equivocadas no contexto dos fatos.
A Polícia Federal revisou o inquérito que investigava uma suposta interferência do então presidente Jair Messias Bolsonaro na instituição e voltou a concluir que não há qualquer prova que comprove irregularidades.
A reabertura do caso ocorreu por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, após as declarações do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, que, à época, alegou ter sofrido pressões relacionadas a mudanças em cargos da corporação.
Mesmo com a nova análise, a atual gestão da Polícia Federal reafirmou o entendimento anterior: não foram encontrados elementos que sustentem qualquer acusação criminal contra o ex-presidente. A investigação já havia sido arquivada anteriormente a pedido do então procurador-geral da República, Augusto Aras.
De acordo com o delegado responsável pela revisão, Carlos Henrique Pinheiro de Melo, destacou que as diligências realizadas à época dos fatos não revelaram informações capazes de justificar qualquer imputação penal. Segundo ele, todo o material analisado não apresentou indícios concretos de interferência indevida.
A Polícia Federal também solicitou ao ministro Alexandre de Moraes o compartilhamento de provas do inquérito das fake news que pudessem indicar alguma irregularidade. No entanto, foi informado que não havia elementos que corroborassem essa hipótese.
O relatório ainda aponta que, caso existam indícios em outros procedimentos sob relatoria do STF, esses devem ser apurados diretamente nos respectivos inquéritos, e não neste caso específico.
Com a nova conclusão, o processo foi encaminhado ao atual procurador-geral da República, Paulo Gonet, que poderá decidir pelo arquivamento definitivo ou pela continuidade de eventuais diligências.
Dessa forma, a reavaliação do caso reforça que as suspeitas iniciais não se confirmaram ao longo das investigações, consolidando o entendimento de que não houve interferência por parte do ex-presidente.
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