Como Casagrande se tornou o crítico mais ácido contra Neymar na Copa do Mundo
A atuação de Neymar no empate do Santos 1 a 1 com o time reserva do Deportivo Recoleta da Sul-Americana foi alvo de críticas de Casagrande. Apesar de marcar o gol do Peixe, o camisa 10 não foi capaz de “desequilibrar e decidir” a partida, segundo o ex-jogador e comentarista. Para o ex-Corinthians considera “inadmissível” cogitar a presença do atacante na Copa do Mundo, de 11 de junho a 19 de julho.
Casagrande criticou, sem citar nomes, outros nomes da comunicação esportiva que defendem Neymar. “O movimento atual é: ‘os dez jogadores do Santos são bagres e o Neymar é o único que sabe jogar bola. Então, o Neymar se movimenta, toca a bola e a bola não volta para ele, ou volta quadrada.’ Então, começaram esse movimento, que é um movimento desonesto, cara. É um movimento desonesto. Um movimento injusto”, disse Casão em programa do UOL.
“Ninguém tem que comparar a qualidade dos outros jogadores com a do Neymar, nem com ninguém. Mas se for comparar, os outros dez jogadores correm mil vezes mais que o Neymar no campo, se dedicam 10 mil vezes mais que o Neymar para camisa do Santos, se entregam mil vezes mais que o Neymar”, continuou.
No mesmo dia do empate do Santos, as ex-equipes de Neymar na Europa, Barcelona e PSG, disputaram as quartas de final da Champions League. O time catalão foi eliminado para o Atlético de Madrid, enquanto a equipe francesa, atual campeã do torneio, venceu o Liverpool.
Casagrande, então, sugeriu imaginar o camisa 10 do Santos na competição europeia: “Pega o Neymar de ontem e coloca no jogo do Liverpool e PSG, ou Barcelona e Atlético de Madrid. Ele não vê a bola, ele ia ficar assistindo.”
A projeção para o mundial por seleções também foi negativa: “Neymar não tem a mínima condição de disputar uma partida de alto nível, competitiva, intensa, com forte marcação, como será na Copa. Carlo Ancelotti não pode nem pensar em levar o Neymar com esse futebol que ele está jogando, além da falta de explosão muscular, de intensidade de jogo e, principalmente, da falta de competitividade.”
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