Seja bem-vindo
Cuiabá,21/04/2026

  • A +
  • A -
Publicidade

Entenda o que é pubalgia, dor que Laís Caldas enfrenta no final da gravidez

cnnbrasil.com.br
Entenda o que é pubalgia, dor que Laís Caldas enfrenta no final da gravidez

A ex-BBB Laís Caldas, 34, revelou que convive com fortes dores na região pélvica durante o terceiro trimestre de sua primeira gravidez com Gustavo Marsengo, que também participou do BBB 22.


A médica sofre de pubalgia, que é uma dor na região púbica, que pode irradiar para a virilha, quadris e ou coxas, conforme explicou à CNN o cirurgião ortopedista Dr. Carlos Barsotti da Hapvida NotreDame Intermédica. Segundo ele, pacientes com histórico de problemas pélvicos e dores lombares ou gestações múltiplas possuem mais risco de desenvolver essa condição.


“Durante a gravidez, [a pubalgia] ocorre devido à produção do hormônio relaxina, que afrouxa os ligamentos pélvicos para preparar o corpo para o parto, aumentando a mobilidade e gerando instabilidade articular”, explicou o médico. “A pubalgia afeta cerca de 20% a 30% das gestantes, com maior prevalência a partir do segundo e terceiro trimestres, quando o aumento do peso fetal e as mudanças biomecânicas impõem maior pressão sobre a pélvis.”




A pubalgia oferece risco para o bebê?


Esse tipo de dor não oferece risco à saúde do bebê, mas pode prejudicar a mãe. Barsotti alerta que a pubalgia pode impactar a saúde física e emocional da gestante, já que interfere na qualidade do sono e nas atividades diárias.


“Em casos severos, [a pubalgia] pode limitar a mobilidade e dificultar o trabalho de parto, aumentando a necessidade de intervenções obstétricas e suporte adicional no pós-parto”, disse.


Como é o tratamento da pubalgia?


Conforme explicou Barsotti, o tratamento para aliviar as dores da pubalgia pode consistir em uma série de abordagens não-medicamentosas, como:



  • Exercícios de baixo impacto, como yoga pré-natal e Pilates, ajudam a fortalecer o core e o assoalho pélvico, reduzindo o desconforto;

  • Fisioterapia especializada, com foco na estabilização pélvica;

  • Uso de cintos de suporte pélvico, para reduzir a sobrecarga nas articulações;

  • Terapias complementares, como massagem e acupuntura;

  • Adaptação postural, como evitar cruzar as pernas e manter os joelhos juntos ao se levantar da cama.


Em casos mais severos, em que esses tratamentos não funcionam, a equipe médica tem a opção de prescrever infiltrações com anestésicos locais e corticosteroides na sínfise púbica, articulação cartilaginosa que une os ossos púbicos esquerdo e direito, na região anterior da pelve.


“Esse procedimento pode proporcionar alívio temporário, especialmente em pacientes com dor intensa que afeta significativamente a mobilidade e a qualidade de vida”, afirmou o cirurgião.


Estudo revela como a gravidez pode mudar o cérebro





COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.