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Cuiabá,27/04/2026

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Seul atrai turistas ocidentais com preços baixos e alto padrão

veja.abril.com.br
Seul atrai turistas ocidentais com preços baixos e alto padrão

Basta caminhar por Seul para notar a mudança: turistas ocidentais aparecem cada vez mais entre letreiros em hangul e cafés lotados. Estão sendo atraídos por preços mais baixos, do que as grandes metrópoles internacionais como Nova York, e infraestrutura de alto nível. Levantamento divulgado pela Yanolja Research, braço da empresa de tecnologia de viagens Yanolja, põe a cidade entre as mais competitivas quando o assunto é gasto com hospedagem, transporte e alimentação.


A diária média em hotéis gira em torno de US$ 89,90, distante dos mais de US$ 400 praticados em Nova York. A diferença se repete em outros destinos: cidades como Paris, Barcelona e Roma chegam a custar, em média, três vezes mais. Mesmo na Ásia, a vantagem se mantém: Seul é ao menos 30% mais barata do que Tóquio e Singapura.





Fora da capital, afirma o estudo, o cenário é ainda mais favorável. Em Busan, a segunda maior cidade do país, a média das diárias fica em US$ 53, patamar que o estudo descreve como equivalente a “padrão cinco estrelas com custo de três”.


O transporte também pesa menos no bolso. Uma corrida de táxi de dez quilômetros em Seul, segundo o estudo, custa cerca de US$ 8,60, valor que representa aproximadamente um quarto do cobrado em cidades como Londres e Berlim. Já o transporte público oferece tarifas acessíveis com eficiência, segurança e regularidade.


Na alimentação, outro alívio: uma refeição típica sai por cerca de US$ 8,79 por pessoa, algo próximo de um terço dos preços praticados em Nova York ou Londres. Em comparação com centros asiáticos como Hong Kong e Tóquio, há ainda diferenciais culturais, como acompanhamentos e água frequentemente incluídos sem custo extra.



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O estudo aponta que fatores macroeconômicos vêm ampliando essa vantagem. A desvalorização do won sul-coreano elevou o poder de compra dos estrangeiros, enquanto dados do Banco Mundial indicam que bens e serviços no país seguem mais baratos do que em muitas economias desenvolvidas.


O resultado contraria a ideia, ainda comum, de que viajar para a Coreia do Sul exige um orçamento elevado: percepção muitas vezes associada aos picos de preços na alta temporada, e não ao custo médio ao longo do ano.



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